Enquanto o governo dos EUA procura maneiras de entrar contra o WikiLeaks e processar seu editor Julian Assange, um cidadão da Flória decidiu ajudar na empreitada: abriu um processo alegando que a ação do WikiLeaks lhe causou stress, medo e ansiedade, e exige indenização de US$150 milhões (R$255 milhões).
As alegações de David Pitchford são, no mínimo, curiosas. Ele alega que as revelações do WikiLeaks aumentaram sua pressão arterial, seu nível de stress e seu medo de ter um ataque cardíaco, além de ter lhe induzido o medo de uma guerra “nucliar” [sic]. Sua lógica chega a declarar que Assange alega ser cidadão dos EUA, pois declarou que a prática do WikiLeaks é jornalística e portanto, protegida pela primeira emenda dos EUA.
Segundo a ação, Assange e outros membros do WikiLeaks devem ser indiciado por conduta ilegal, negligência, terrorismo, traição e espionagem. Ela ainda não foi aceita pela justiça da Flórida, e provavelmente não será, dado o absurdo das alegações. Mas quem estiver curioso para ler a íntegra da peça pode acessar o site http://j.mp/dO5hEc. Mesmo quem não entende de direito pode se divertir com a lógica confusa e o inglês sofrível do documento.
Fonte: Aylons Geek
Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícias. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Corte decide em fevereiro se extradita Assange
O pedido de extradição apresentado pela Suécia contra o fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, por supostos crimes sexuais será examinado pela Justiça britânica em 7 e 8 de fevereiro, decidiu esta terça-feira um juiz durante audiência relâmpago em um tribunal de Londres.
O australiano, de 39 anos, se disse muito contente com o resultado da audiência, durante a qual o juiz Nicholas Evans também mudou sutilmente as condições da liberdade condicional para que o acusado possa dormir na capital nos dias em que sua extradição deve ser decidida.
"A única variação em sua liberdade é que nas noites de 6 e 7 de fevereiro o senhor poderá residir no Frontline Club de Londres", disse o juiz durante os 10 minutos que durou esta sessão de trâmite no tribunal de Woolwich, a sudeste de Londres, antes de intimá-lo para a manhã do dia 7.
O Frontline Club é um clube de jornalistas fundado por seu amigo, Vaughan Smith, que também é proprietário da mansão de campo onde Assange mora desde que o juiz concedeu a ele liberdade sob fiança em 16 de dezembro.
Fonte: Folha
O australiano, de 39 anos, se disse muito contente com o resultado da audiência, durante a qual o juiz Nicholas Evans também mudou sutilmente as condições da liberdade condicional para que o acusado possa dormir na capital nos dias em que sua extradição deve ser decidida.
"A única variação em sua liberdade é que nas noites de 6 e 7 de fevereiro o senhor poderá residir no Frontline Club de Londres", disse o juiz durante os 10 minutos que durou esta sessão de trâmite no tribunal de Woolwich, a sudeste de Londres, antes de intimá-lo para a manhã do dia 7.
O Frontline Club é um clube de jornalistas fundado por seu amigo, Vaughan Smith, que também é proprietário da mansão de campo onde Assange mora desde que o juiz concedeu a ele liberdade sob fiança em 16 de dezembro.
Fonte: Folha
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Executivo de banco suíço vai entregar documentos ao WikiLeaks
Mark Hosenball, Reuters - Um antigo executivo de um banco suíço afirmou que planeja entregar dados sobre centenas de correntistas estrangeiros ao site de denúncias WikiLeaks, sediado em Londres, em entrevista coletiva a ser na realizada na segunda-feira.
Rudolf Elmer foi diretor do escritório do banco Julius Baer nas ilhas Cayman até sua demissão pelo banco, em 2002. Ele deve ser julgado em um tribunal suíço na quarta-feira por violação das leis de sigilo bancário.
Ele e Jack Blum, antigo investigador do Congresso norte-americano e hoje advogado em Washington que representa pessoas envolvidas em denúncias contra grandes organizações, devem conceder entrevista coletiva em Londres na manhã da segunda-feira, durante a qual planejam entregar ao WikiLeaks dois CDs que supostamente contêm nomes e dados de conta sobre cerca de duas mil pessoas que mantêm dinheiro em contas bancárias fora de seus países de origem.
Os organizadores do evento afirmam acreditar que o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, concordou em participar pessoalmente do evento, a fim de receber as informações.
No entanto, a presença de Assange não está confirmada devido a uma ordem judicial que restringe seus movimentos e o mantêm em geral confinado a uma casa no leste da Inglaterra, onde está morando até que os tribunais britânicos julguem uma solicitação das autoridades suecas para que seja extraditado à Suécia a fim de ser interrogado sobre alegações de delitos sexuais.
No domingo, Elmer disse à Reuters que esperava que sua entrevista coletiva chamasse a atenção para os abusos praticados pelos bancos offshore e promovesse o WikiLeaks como mecanismo para que outras pessoas façam suas denúncias.
"O principal é educar a sociedade sobre os abusos dos bancos offshore e sobre sua forma de trabalho", disse.
"Acredito no sistema do WikiLeaks", prosseguiu Elmer. "Um recurso como esse precisa existir. O WikiLeaks era minha última esperança. Eu não tinha como divulgar minha mensagem. O WikiLeaks pode ser a única maneira de levar minha mensagem à sociedade. Eu gostaria de ajudar a recolocar o WikiLeaks nos trilhos."
Fonte: Baixaki
Rudolf Elmer foi diretor do escritório do banco Julius Baer nas ilhas Cayman até sua demissão pelo banco, em 2002. Ele deve ser julgado em um tribunal suíço na quarta-feira por violação das leis de sigilo bancário.
Ele e Jack Blum, antigo investigador do Congresso norte-americano e hoje advogado em Washington que representa pessoas envolvidas em denúncias contra grandes organizações, devem conceder entrevista coletiva em Londres na manhã da segunda-feira, durante a qual planejam entregar ao WikiLeaks dois CDs que supostamente contêm nomes e dados de conta sobre cerca de duas mil pessoas que mantêm dinheiro em contas bancárias fora de seus países de origem.
Os organizadores do evento afirmam acreditar que o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, concordou em participar pessoalmente do evento, a fim de receber as informações.
No entanto, a presença de Assange não está confirmada devido a uma ordem judicial que restringe seus movimentos e o mantêm em geral confinado a uma casa no leste da Inglaterra, onde está morando até que os tribunais britânicos julguem uma solicitação das autoridades suecas para que seja extraditado à Suécia a fim de ser interrogado sobre alegações de delitos sexuais.
No domingo, Elmer disse à Reuters que esperava que sua entrevista coletiva chamasse a atenção para os abusos praticados pelos bancos offshore e promovesse o WikiLeaks como mecanismo para que outras pessoas façam suas denúncias.
"O principal é educar a sociedade sobre os abusos dos bancos offshore e sobre sua forma de trabalho", disse.
"Acredito no sistema do WikiLeaks", prosseguiu Elmer. "Um recurso como esse precisa existir. O WikiLeaks era minha última esperança. Eu não tinha como divulgar minha mensagem. O WikiLeaks pode ser a única maneira de levar minha mensagem à sociedade. Eu gostaria de ajudar a recolocar o WikiLeaks nos trilhos."
Fonte: Baixaki
sábado, 8 de janeiro de 2011
EUA intima Twitter a passar dados do WikiLeaks
O Departamento da Justiça dos EUA emitiu um mandado judicial para que o Twitter forneça informações das contas do site WikiLeaks, do seu fundador Julian Assange e de apoiadores do grupo.
A ordem judicial para investigar o WikiLeaks solicita detalhes pessoais dos usuários, como endereços, nome, horários de acesso e tipos de serviços utilizados no Twitter de 1º de novembro de 2009 até o presente.
Entre os oito usuários citados, está Bradley Manning, analista de inteligência dos EUA suspeito de ter originado os vazamentos. Está listada também a parlamentar da Islândia Birgitta Jonsdottir, ligada ao site.
O Wikileaks é um site conhecido por divulgar documentos sigilosos. Embora no ar há alguns anos, ele ganhou destaque internacional neste ano, ao levar a público 77 mil documentos da inteligência americana sobre o Iraque e, nas últimas semanas, mais de 250 mil telegramas secretos do Departamento de Estado dos EUA com os bastidores da diplomacia americana.
A divulgação desses documentos diplomáticos enfureceram os EUA e criaram uma saia-justa para a diplomacia internacional.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Bank of America prepara estratégia contra vazamento
O Bank of America trabalha na elaboração de uma estratégia de defesa diante da possibilidade de que o banco americano se transforme no próximo alvo dos vazamentos do WikiLeaks, revelou nesta segunda-feira o jornal The New York Times.
Segundo o jornal, desde que foram intensificados os rumores de que o site de Julian Assange preparava um ataque contra o banco, foi criada uma equipe de aproximadamente 20 pessoas que elabora uma "ampla investigação interna".
No final de novembro, Assange anunciou em entrevista concedida à Forbes que o próximo alvo dos vazamentos do WikiLeaks seria "um grande banco americano" e a partir de então aumentaram os rumores de que seria o Bank of America.
Segundo o jornal nova-iorquino, que não identificou suas fontes, a equipe formada pelo banco tem entre 15 e 20 diretores e é liderada pelo principal responsável pela gestão de riscos da empresa, Bruce Thompson.
"Se algo acontecer queremos estar prontos. Queremos saber nossas opções antes que algo vaze", relatou aoThe New York Times um dos diretores do maior banco americano, que abordou o assunto sem se identificar.
Segundo detalha o jornal, por enquanto a investigação não encontrou provas que sustentem a versão de Assange de que o WikiLeaks possui um disco rígido de cinco gigabytes de um diretor de uma instituição bancária com valiosas informações sobre a empresa.
Segundo o Times, a equipe trabalha com a hipótese de que, no caso de que Assange disponha de documentos internos do Bank of America, eles poderiam ter saído "das montanhas de materiais" que o banco entregou à Comissão da Bolsa de Valores americana (SEC, na sigla em inglês) e ao escritório do procurador-geral de Nova York quando estava sendo investigado pela da aquisição do Merrill Lynch.
Quando os rumores de que o Bank of America seria o próximo alvo do WikiLeaks se intensificaram, no final de novembro, suas ações caíram consideravelmente na bolsa, embora tenham se recuperado rapidamente e no primeiro pregão de 2011 subiam mais de 5% na Bolsa de Nova York.
Fonte: Terra
Segundo o jornal, desde que foram intensificados os rumores de que o site de Julian Assange preparava um ataque contra o banco, foi criada uma equipe de aproximadamente 20 pessoas que elabora uma "ampla investigação interna".
No final de novembro, Assange anunciou em entrevista concedida à Forbes que o próximo alvo dos vazamentos do WikiLeaks seria "um grande banco americano" e a partir de então aumentaram os rumores de que seria o Bank of America.
Segundo o jornal nova-iorquino, que não identificou suas fontes, a equipe formada pelo banco tem entre 15 e 20 diretores e é liderada pelo principal responsável pela gestão de riscos da empresa, Bruce Thompson.
"Se algo acontecer queremos estar prontos. Queremos saber nossas opções antes que algo vaze", relatou aoThe New York Times um dos diretores do maior banco americano, que abordou o assunto sem se identificar.
Segundo detalha o jornal, por enquanto a investigação não encontrou provas que sustentem a versão de Assange de que o WikiLeaks possui um disco rígido de cinco gigabytes de um diretor de uma instituição bancária com valiosas informações sobre a empresa.
Segundo o Times, a equipe trabalha com a hipótese de que, no caso de que Assange disponha de documentos internos do Bank of America, eles poderiam ter saído "das montanhas de materiais" que o banco entregou à Comissão da Bolsa de Valores americana (SEC, na sigla em inglês) e ao escritório do procurador-geral de Nova York quando estava sendo investigado pela da aquisição do Merrill Lynch.
Quando os rumores de que o Bank of America seria o próximo alvo do WikiLeaks se intensificaram, no final de novembro, suas ações caíram consideravelmente na bolsa, embora tenham se recuperado rapidamente e no primeiro pregão de 2011 subiam mais de 5% na Bolsa de Nova York.
Fonte: Terra
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
EUA temiam "negócios questionáveis" de Piñera
A embaixada dos Estados Unidos em Santiago comunicou a Washington que Sebastían Piñera, atual presidente do Chile, realizava "negócios questionáveis" como empresário, revela nesta segunda-feira o jornal espanhol El País, citando informações do site WikiLeaks.
"Piñera está ligado a um certo número de negócios questionáveis, mas os eleitores parecem relativamente desinteressados com isto", revela um despacho enviado em 2009 pela diplomata americana Carol Urban, quando o empresário ainda era candidato à presidência.
"Tenaz e competitivo, Piñera cuida tanto dos negócios como da política chegando aos limites da lei e da ética", destaca Urban.
O despacho cita um relatório da Transparência Internacional de 2006 que revela que Piñera, então o principal acionista da Lan Chile, comprou ações horas antes da publicação de um relatório financeiro da companhia aérea.
Segundo a embaixada dos EUA no Chile, Piñera é um "homem de negócios competitivo e político inclinado a assumir riscos".
Promessas
Piñera venceu as eleições de janeiro passado e em março chegou ao poder prometendo vender suas ações da LAN, da TV Chilevisión e do clube de futebol Colo Colo, tarefa que concluiu em 24 de dezembro passado.
Após a divulgação da notícia, o chanceler chileno, Alfredo Moreno, informou que recebeu um telefonema de Arturo Valenzuela, "encarregado do departamento americano de Estado, que pediu desculpas pelo vazamento...".
Segundo Valenzuela, a análise sobre Piñera "não representava a opinião dos Estados Unidos nem de sua diplomacia". "Foi apenas um relatório, como fazem muitos funcionários em todo o mundo"
Fonte: eBand
"Piñera está ligado a um certo número de negócios questionáveis, mas os eleitores parecem relativamente desinteressados com isto", revela um despacho enviado em 2009 pela diplomata americana Carol Urban, quando o empresário ainda era candidato à presidência.
"Tenaz e competitivo, Piñera cuida tanto dos negócios como da política chegando aos limites da lei e da ética", destaca Urban.
O despacho cita um relatório da Transparência Internacional de 2006 que revela que Piñera, então o principal acionista da Lan Chile, comprou ações horas antes da publicação de um relatório financeiro da companhia aérea.
Segundo a embaixada dos EUA no Chile, Piñera é um "homem de negócios competitivo e político inclinado a assumir riscos".
Promessas
Piñera venceu as eleições de janeiro passado e em março chegou ao poder prometendo vender suas ações da LAN, da TV Chilevisión e do clube de futebol Colo Colo, tarefa que concluiu em 24 de dezembro passado.
Após a divulgação da notícia, o chanceler chileno, Alfredo Moreno, informou que recebeu um telefonema de Arturo Valenzuela, "encarregado do departamento americano de Estado, que pediu desculpas pelo vazamento...".
Segundo Valenzuela, a análise sobre Piñera "não representava a opinião dos Estados Unidos nem de sua diplomacia". "Foi apenas um relatório, como fazem muitos funcionários em todo o mundo"
Fonte: eBand
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
'O Globo' distorce Wikileaks para atacar Reforma Agrária
Por Clifford Andrew Welch
Prof. Dr. Ajunto do Curso de História
da Universidade Federal de São Paulo
Demorou. Em abril de 2007, pedi pessoalmente uma cópia do relatório do investigador dos Estados Unidos da América que me entrevistou sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Pedi de novo por email em setembro, mas nem resposta recebi, muito menos o documento.
Prof. Dr. Ajunto do Curso de História
da Universidade Federal de São Paulo
Demorou. Em abril de 2007, pedi pessoalmente uma cópia do relatório do investigador dos Estados Unidos da América que me entrevistou sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Pedi de novo por email em setembro, mas nem resposta recebi, muito menos o documento.
Foi o grupo Wikileaks que recentemente revelou os resultados dos andamentos do agente estadunidense no Pontal do Paranapanema, São Paulo, e meu nome estava no meio das reportagens que saíram nos jornais nos dias 19 e 20 do mês atual.
Como coordenador ajunto do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária (Nera) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em abril de 2009, confesso que estava pouco animado com a visita do Vice Consul Benjamin A. LeRoy do Consulado Geral dos EUA, em São Paulo, quando nos pediu uma hora para “conhecer o trabalho do Nera e aprender um pouco mais sobre reforma agrária e movimentos sociais de sem-terra,” como nos escreveu a assistente de assuntos políticos do consulado, Arlete Salvador.
Como historiador especializado em estudos da política externa dos EUA na América Latina, já conhecia figuras como LeRoy e seus relatórios. Eram fontes importantes para entender a natureza da interferência do império em sua esfera de influência. Agora o disco virou e era eu a fonte. Fiquei assustado com os erros do relatório de Benjamin, a distorção dos fatos interpretados pelo cônsul-geral Thomas White e, mais uma vez, preocupado com o método empírico do historiador, que depende demais em documentos oficiais e notas jornalísticas.
Faz sentido confiar em um investigador que nem sabe onde estava ou com quem estava falando? O despacho que relata a investigação de Benjamin usa a sigla Uneste no lugar da sigla Unesp e dá como a minha afiliação institucional a Universidade de Michigan, ambas afirmações equivocadas.
Pior, ainda, é a fala atribuída a mim por Benjamin e relatado pelo White que ficou como manchete no Globo: “MST teria espiões no Incra para orientar invasões”. Nunca falei e jamais falaria algo assim. No primeiro lugar, a palavra “espião” é invenção do Globo, porque não aparece nos relatos diplomáticos disponibilizados pelos jornais.
O escândalo do Wikileaks
Atilio Borón
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) emitiu um comunicado de imprensa a 15 de Dezembro de 2010 manifestando sua preocupação pelas ameaças à liberdade de expressão contidas na nova legislação aprovada pela Assembléia Nacional da República Bolivariana da Venezuela que, segundo a CIDH afetará "principalmente os grupos dissidentes e minoritários que encontram na Internet um espaço livre e democrático para a difusão de suas ideias."
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) emitiu um comunicado de imprensa a 15 de Dezembro de 2010 manifestando sua preocupação pelas ameaças à liberdade de expressão contidas na nova legislação aprovada pela Assembléia Nacional da República Bolivariana da Venezuela que, segundo a CIDH afetará "principalmente os grupos dissidentes e minoritários que encontram na Internet um espaço livre e democrático para a difusão de suas ideias."
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Militar que ajudou WikiLeaks está em condições 'desumanas'
As condições carcerárias de Bradley Manning, o soldado americano acusado de vazar ao site WikiLeaks milhares de documentos secretos do departamento de Estado, são "desumanas" e sua saúde física e mental estão se deteriorando, afirmou uma pessoa próxima ao soldado, nesta quinta-feira.
"Parece evidente que a saúde física e mental de Manning estão se deteriorando", escreveu David House no blog Firedoglake.
De acordo com House, um analista de sistemas que visita o acusado duas vezes por mês, as condições carcerárias de Manning em prisão de Marines em Quántico, no estado da Virgínia, são "rigorosas e desumanas", apesar do que o Pentágono afirma.
O departamento de Defesa afirma que o ex-analista, de 23 anos, está detido sob um regime de segurança máxima, mas não recebe um tratamento diferente dos demais presos. Este tipo de encarceramento permite ao recluso apenas sair de sua cela uma hora por dia para realizar exercícios físicos.
Manning dispõe de dois lençois e cobertores que não podem se romper para evitar que se suicide, uma medida tomada por "precaução", ainda que não receba uma vigilância especial por isso, segundo o Pentágono.
House garantiu que as declarações do departamento são "claramente contraditórias" com as que Manning lhe fez, depois de visitá-lo no sábado e domingo. De acordo com sua versão, Manning não pode sair ao pátio da prisão há quatro semanas e, por isso, não está realizando exercícios físicos.
"Quando mencionei o comunicado do Pentágono que garante que ele pode fazer exercícios, ele respondeu que é verdade, se caminhar com correntes for considerado uma forma de fazer exercícios físicos", afirmou House.
Fonte: Terra
"Parece evidente que a saúde física e mental de Manning estão se deteriorando", escreveu David House no blog Firedoglake.
De acordo com House, um analista de sistemas que visita o acusado duas vezes por mês, as condições carcerárias de Manning em prisão de Marines em Quántico, no estado da Virgínia, são "rigorosas e desumanas", apesar do que o Pentágono afirma.
O departamento de Defesa afirma que o ex-analista, de 23 anos, está detido sob um regime de segurança máxima, mas não recebe um tratamento diferente dos demais presos. Este tipo de encarceramento permite ao recluso apenas sair de sua cela uma hora por dia para realizar exercícios físicos.
Manning dispõe de dois lençois e cobertores que não podem se romper para evitar que se suicide, uma medida tomada por "precaução", ainda que não receba uma vigilância especial por isso, segundo o Pentágono.
House garantiu que as declarações do departamento são "claramente contraditórias" com as que Manning lhe fez, depois de visitá-lo no sábado e domingo. De acordo com sua versão, Manning não pode sair ao pátio da prisão há quatro semanas e, por isso, não está realizando exercícios físicos.
"Quando mencionei o comunicado do Pentágono que garante que ele pode fazer exercícios, ele respondeu que é verdade, se caminhar com correntes for considerado uma forma de fazer exercícios físicos", afirmou House.
Fonte: Terra
Magnoli ataca Assange e os blogueiros
Eu gostaria de saber o que se passa pela cabeça do Magnoli quando fala em caráter. Deixemos, porém, a moral para os moralistas e para Deus. Respiremos fundo e analisemos esse pedaço de carne putrefata enrolado em papel jornal.
Tenho consciência do perigo que é analisar trechos de um texto. Mas é a maneira mais fácil e rápida, tanto para quem escreve quanto para quem lê. Contanto que não sejamos levianos e mantermos em mente o texto inteiro, e não somente o trecho pinçado, dá para levar adiante, sem descontextualizações injustas, uma análise equilibrada.
Tenho consciência do perigo que é analisar trechos de um texto. Mas é a maneira mais fácil e rápida, tanto para quem escreve quanto para quem lê. Contanto que não sejamos levianos e mantermos em mente o texto inteiro, e não somente o trecho pinçado, dá para levar adiante, sem descontextualizações injustas, uma análise equilibrada.Portanto, ao texto!
Tags:
Brasil,
Carta,
Julian Assange,
Mundo,
Notícias
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Jornal diz ter obtido todos os telegramas

O jornal norueguês Aftenposten informou hoje ter conseguido todos os mais de 250.000 telegramas diplomáticos norte-americanos que vêm sendo divulgados paulatinamente pelo site WikiLeaks, dedicado ao vazamento de arquivos secretos. Ole Erik Almlid, editor do Aftenposten, disse que o jornal não tem nenhuma restrição quanto ao uso a ser feito do material e publicará reportagens citando os telegramas caso julgue relevante. Ainda de acordo com ele, trechos de documentos originais também serão divulgados no site do periódico na internet.
Almlid se recusou a revelar como o Aftenposten obteve os documentos, mas disse que a direção do jornal não pagou por eles. Até o momento, o WikiLeaks divulgou apenas cerca de 1.900 dos mais de 250.000 telegramas de que dispõe. O teor dos documentos vazados pelo WikiLeaks tem sido publicado por diversos veículos de comunicação ao redor do mundo, alguns dos quais fizeram acordo com o site. As informações são da Associated Press.
Fonte: Estadão
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Por que doei $50,000 para o Wikileaks
Vamos deixar algo claro: Julian Assange é um jornalista. Você pode argumentar que ele não está praticando jornalismo da forma que deveria ser praticado – vazando documentos classificados do Departamento de Estado americano – mas ele é um jornalista ainda assim. E para muitos de nós ele é um herói.
As ‘calçoilas de Hillary’ – O WikiLeaks
A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse em dias da semana passada que, terminado o mandato do presidente Barack Obama, reeleito ou não, ela abandona a vida pública. Hillary tem um mandato de senadora pelo estado de Nova York.
Em 2008, no início da pré campanha eleitoral para escolha do sucessor de George Bush, Hillary era a favorita do Partido Democrata. Foi atropelada nas primárias por um quase desconhecido senador do estado de Illinois, Barack Obama, numa avassaladora campanha feita principalmente via Internet, por jovens e negros a favor de Obama.
Derrotada, imaginou que seria candidata a vice-presidente na chapa Democrata, mas acabou secretária de Estado num acordo do qual discordaram vários integrantes do primeiro time de Obama.
Medo da sombra.
O anúncio de Hillary, que vai abandonar a vida pública, tem várias razões. Uma delas a constatação que não conseguirá disputar eleições presidenciais em 2012 e estará sem condições de fazê-lo em 2016. Outra, o conhecimento que vários documentos secretos em poder do WikiLeaks demolem o governo de seu marido Bill e colocam-na em posição no mínimo constrangedora diante de determinados fatos.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Após acidente com avião da Gol, EUA tentaram tirar pilotos do Brasil
O governo dos Estados Unidos agiu junto ao Itamaraty e à Polícia Federal para tirar do Brasil os pilotos norte-americanos envolvidos no acidente entre um jato Legacy e o Boeing 737 da Gol, ocorrido no dia 29 de setembro de 2006 e que matou 154 pessoas. A revelação consta de telegramas enviados a Washington por diplomatas e obtidos pelo site WikiLeaks.
A primeira intervenção teria ocorrido logo em outubro, quando foram enviados ao Brasil três funcionários do Conselho de Segurança de Transportes (NTSB) e um da Administração Federal de Aviação (FAA) para acompanhar as investigações.
Enquanto isso, a embaixada dos EUA trabalhava para tirar do país os pilotos Joe Lepore e Jan Paladino. Na época, eles não conseguiriam deixar o território brasileiro, pois estavam com seus passaportes retidos.
A primeira intervenção teria ocorrido logo em outubro, quando foram enviados ao Brasil três funcionários do Conselho de Segurança de Transportes (NTSB) e um da Administração Federal de Aviação (FAA) para acompanhar as investigações.
Enquanto isso, a embaixada dos EUA trabalhava para tirar do país os pilotos Joe Lepore e Jan Paladino. Na época, eles não conseguiriam deixar o território brasileiro, pois estavam com seus passaportes retidos.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Viva o Wikileaks!
SiCKO não foi banido em Cuba
Esquerda - [Michael Moore] A WikiLeaks fez esta sexta-feira uma coisa incrível: lançou um telegrama secreto do Departamento de Estado que trata, em parte, de mim e do meu filme Sicko, em Cuba.
É espantoso olhar a natureza orwelliana dos burocratas do Estado, que torcem mentiras e tentam recriar a realidade (presumo que para agradar a seus chefes e dizer-lhes o que eles querem ouvir).
A data é 31 de Janeiro de 2008. Poucos dias depois de Sicko ser indicado ao Óscar de Melhor Documentário. Isso deve ter deixado alguém furioso no Departamento de Estado de Bush (o seu Departamento do Tesouro já me tinha notificado de que investigava as leis que porventura quebrei ao levar três socorristas do 11/09 a Cuba para receberem os cuidados de saúde que lhes foram negados nos Estados Unidos).
sábado, 18 de dezembro de 2010
Produtora adquire direitos de documentário sobre Wikileaks
O Wikileaks dará origem a dois documentários.
Os filmes buscarão demonstrar melhor o funcionamento desta explosiva iniciativa.

Aproveitando a onda de discussão, a Zodiak Rights, distribuidora britânica, garantiu os direitos mundiais de distribução de Wikileaks: War, Lies & Videotapes.

Aproveitando a onda de discussão, a Zodiak Rights, distribuidora britânica, garantiu os direitos mundiais de distribução de Wikileaks: War, Lies & Videotapes.
A ideia do filme é revelar um pouco o interior do "site mais perigoso do mundo", além de traçar um perfil de Julian Assange, o fundador do site - que recentemente pagou fiança e saiu de uma prisão em Londres (onde estava sendo mantido acusado de crimes sexuais).
A produção bate de frente com outro documentário sobre o tema, WikiRebels, não-autorizado e produzido pela produtora sueca SVT, com lançamento previsto para o começo de janeiro.
Wikileaks: War, Lies & Videotapes será produzido pelos jornalistas investigativos Luc Hermann e Paul Moreira e ainda não tem previsão de lançamento.
Wikileaks: War, Lies & Videotapes será produzido pelos jornalistas investigativos Luc Hermann e Paul Moreira e ainda não tem previsão de lançamento.
Fonte: R7
Revista do Zimbábue é processada por publicar documentos vazados
Os diretores do Banco Central e do serviço secreto do Zimbábue processaram na Justiça uma revista local por reproduzir documentos secretos de diplomatas americanos vazados pelo site WikiLeaks, segundo os quais os funcionários do país são envolvidos no tráfico ilegal de diamantes.
Gideon Gono, diretor do Banco Central, e Happyton Bonyongwe, chefe da Organização Central de Inteligência, processam a revista privada "The Standard", exigindo, respectivamente, US$ 12,5 milhões e US$ 10 milhões por danos e prejuízos a suas pessoas, informa neste sábado o diário estatal "The Herald".
Esses processos ocorrem dias depois de Grace Mugabe, esposa do líder do Zimbábue, Robert Mugabe, processar a "The Standard" também por publicar documentos vazados pelo WikiLeaks, nos quais ela também é envolvida no tráfico ilegal de diamantes.
Todos negam taxativamente ter participado do tráfico ilegal de diamantes.
O documento diplomático americano cita como fonte Andrew Cranswick, diretor da companhia mineradora desalojada desses campos de mineração pelo Governo de Mugabe em 2006, que negou ter falado com funcionários americanos sobre essas questões.
Fonte: Estadão
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
RSF pede que Obama deixe de perseguir o fundador do Wikileaks
A organização defensora da liberdade de imprensa Repórteres Sem Fronteiras (RSF) pediu nesta sexta-feira ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que interrompa as investigações contra o fundador do Wikileaks, Julian Assange, e seus colaboradores.
"Consideramos que a publicação de informação - embora seja confidencial - por parte do Wikileaks e dos cinco meios de comunicação associados, constitui uma atividade jornalística de informação ao público", indicou a RSF em carta enviada a Obama.
Fonte: Terra
"Consideramos que a publicação de informação - embora seja confidencial - por parte do Wikileaks e dos cinco meios de comunicação associados, constitui uma atividade jornalística de informação ao público", indicou a RSF em carta enviada a Obama.
A organização também fez referência à Primeira Emenda da Constituição americana que estabelece o princípio do respeito à liberdade de imprensa.
A carta, que também foi dirigida ao procurador-geral dos EUA, Eric Holder, precisa que "perseguir legalmente os fundadores e colaboradores do Wikileaks prejudicaria gravemente a liberdade de imprensa no país e degradaria as condições de trabalho dos jornalistas americanos que cobrem temas delicados".
A organização assinala que os EUA são "um modelo de liberdade de expressão no mundo", mas que esse status seria questionado por "uma perseguição legal arbitrária contra o Wikileaks".
Lembrou que vários professores da Universidade de Colúmbia enviaram recentemente um e-mail no qual afirmam que "uma reação excessiva do Governo pela publicação dos documentos sempre foi mais prejudicial para a democracia americana que o próprio vazamento".
A RSF pediu a Obama que aproveite o debate aberto com os vazamentos do Wikileaks para "revisar a política de classificação de arquivos" a fim de "favorecer a transparência e de tornar públicos um número maior de documentos, em coerência com as promessas feitas no início da administração".
Fonte: Terra
Polícia australiana desiste de investigar WikiLeaks
A polícia australiana anunciou, nesta sexta-feira, que desistiu de investigar o WikiLeaks por considerar que o site não infringiu a lei do país ao difundir documentos da diplomacia americana.
O governo australiano e sua primeira-ministra, Julia Gillard, haviam afirmado há alguns dias que as atividades do WikiLeaks, fundado pelo australiano Julian Assange, eram "completamente irresponsáveis e potencialmente ilegais".
Mas a Polícia Federal da Austrália anunciou que renunciou a uma investigação por falta de material criminoso.
"A polícia concluiu a análise das peças disponíveis e não estabeleceu a existência de nenhum crime sancionado pela lei australiana", afirma um comunicado oficial.
O governo australiano e sua primeira-ministra, Julia Gillard, haviam afirmado há alguns dias que as atividades do WikiLeaks, fundado pelo australiano Julian Assange, eram "completamente irresponsáveis e potencialmente ilegais".
Mas a Polícia Federal da Austrália anunciou que renunciou a uma investigação por falta de material criminoso.
"A polícia concluiu a análise das peças disponíveis e não estabeleceu a existência de nenhum crime sancionado pela lei australiana", afirma um comunicado oficial.
Extradição
Assange, procurado na Suécia por supostos crimes sexuais, se declarou "preocupado" nesta quinta-feira com uma eventual extradição aos Estados Unidos, país onde cresce a indignação pelas revelações feitas no site especializado em divulgação de despachos diplomáticos.
"Há muito mais preocupação de que eu seja extraditado aos Estados Unidos", disse Assange a jornalistas, após recuperar a liberdade sob fiança por decisão de um juiz que rejeitou um recurso apresentado pelos advogados que representam os interesses da Suécia no processo de extradição para este país.
Os advogados de Assange têm denunciado, desde o princípio do caso, as motivações políticas que, segundo eles, estão por trás da solicitação de extradição da Suécia, que temem que seja apenas uma etapa para a posterior entrega de seu cliente aos Estados Unidos.
Assange, procurado na Suécia por supostos crimes sexuais, se declarou "preocupado" nesta quinta-feira com uma eventual extradição aos Estados Unidos, país onde cresce a indignação pelas revelações feitas no site especializado em divulgação de despachos diplomáticos.
"Há muito mais preocupação de que eu seja extraditado aos Estados Unidos", disse Assange a jornalistas, após recuperar a liberdade sob fiança por decisão de um juiz que rejeitou um recurso apresentado pelos advogados que representam os interesses da Suécia no processo de extradição para este país.
Os advogados de Assange têm denunciado, desde o princípio do caso, as motivações políticas que, segundo eles, estão por trás da solicitação de extradição da Suécia, que temem que seja apenas uma etapa para a posterior entrega de seu cliente aos Estados Unidos.
Fonte: eBand
Honduras: notícias de um golpe de Estado
Quando Manuel Zelaya, o presidente deposto por um golpe em Honduras, entrou na embaixada brasileira, o Itamaraty foi buscar ajuda dos americanos. É o que revelam documentos obtidos pelo WikiLeaks.
Segundo os telegramas, o chanceler Celso Amorim acreditava que “só os americanos podem influenciar no que acontece em Honduras”, enquanto os EUA achavam que o Brasil estava “despreparado” para lidar com a situação.
O embaixador do Itamaraty Renato de Ávila Viana foi pedir proteção dos EUA para garantir a segurança, lamentando que o Brasil não tinha “o tipo de segurança que a embaixada dos EUA tem, os fuzileiros navais”.
Os documentos revelam ainda detalhes sobre o que aconteceu, de fato, no dia em que Zelaya se instalou na embaixada. Por exemplo, apontam que quem autorizou a entrada foi o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães e que o Brasil ofereceu asilo a Zelaya.
Golpe
O golpe que tirou Manuel Zelaya do poder em Honduras foi um golpe lento. Começou em 28 de junho de 2009, quando o Exército, obedecendo mandado do poder judicário, o enviou para exílio forçado, e só terminou no final de novembro, depois das eleições presidenciais que deram a vitóra ao atual presidente Perfírio Lobo.
O Brasil foi envolvido no centro dos acontecimento quando, em 21 de setembro, depois de passar três meses fora do país, Zelaya voltou à capital Tegucigalpa e se refugiou na embaixada brasileira, onde permaneceu por quatro meses.
Mas antes disso, nos dias 4 e 5 de agosto, o Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, General James Jones visitou, o Brasil em uma visita que foi pautada principalmente pela crise de Honduras. Na visita, o chanceler Celso Amorim cobrou mais empenho dos americanos.
Segundo Amorim, Chavez quis fazer de Zelaya “um mártir”, mas o governo brasileiro o convenceu que “somente os EUA podem influenciar o que acontece em Honduras”.
Mas, para ele, o governo dos EUA havia ficado em ações superficiais e havia feito concessões demais a Roberto Micheletti, o presidente do Congresso que assumiu o poder.
Assinar:
Postagens (Atom)











