Em entrevista ao jornal espanhol "El País", o fundador do Wikileaks, Julian Assange, garantiu que recebe constantes ameaças de morte, normalmente por parte de membros das Forças Armadas dos Estados Unidos.
Durante a conversa, Julian Assange contou pormenores dos dias que passou na prisão. "Fui transferido três vezes e, ao contrário dos outros detidos, a minha cela estava sempre fechada. Perto da minha cela estavam pedófilos que gritavam toda a noite e falavam sobre os seus crimes", acrescentou. As autoridades acabaram por optar pela transferência para outra zona com medo que fosse atacado, devido à curiosidade que suscitava nos outros presos. Também alguns polícias se mostravam fascinados com a sua presença. Um dos guardas entregou-lhe um papel no qual estava escrito: "Só tenho dois heróis neste mundo: Martin Luther King e você".
Para passar o tempo na prisão fazia exercício, escrevia notas sobre o Wikileaks para entregar aos seus colegas e leu o "Cancer Ward" de Alexandr Soljenitsin.
Questionado sobre as suspeitas de abuso sexual, Assange garante: "Nunca tive relações sexuais com ninguém sem o seu consentimento".
O australiano contou, ainda, que deixou um dente na prisão, num dia em que comia um prato de arroz com feijão e encontrou um pedaço metálico no meio da comida. "Não sei se foi ali colocado ou se foi um acidente", disse. O dente acabou por desaparecer da sua cela e Assange ironiza: "Deve estar à venda no eBay".
Fonte: ionline
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
EUA estuda como processar Julian Assange
"Estamos estudando isto. O Departamento da Justiça está trabalhando sobre a questão", afirmou Biden em uma entrevista ao canal NBC e que será exibida neste domingo.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Assange desafia acusação a apresentar as provas
"Agora que estou de volta à direção do barco, o nosso trabalho avançará de forma mais rápida", prometeu Julian Assange, ontem, um dia depois da sua libertação. Assume-se como vítima de uma campanha de difamação e pergunta: "Afinal, onde estão as provas?"
Com a mansão de Elligham Hall, Reino Unido, como cenário, num jardim coberto de neve, o australiano Julian Assange foi ao encontro dos jornalistas, descrevendo a sua situação atual como "uma prisão domiciliária de alta tecnologia". O fato não o impede de continuar a trabalhar no Wikileaks. "Mas, como viram na minha ausência, as coisas estão bem organizadas mesmo sem a minha participação direta", referiu.
A mais recente revelação do portal é sobre Hugo Chávez: o presidente da Venezuela terá facilitado a fuga de presumíveis membros da organização separatista basca ETA.
Determinado, Assange voltou a clamar inocência nos crimes sexuais de que é acusado. "Tem sido uma campanha de difamação falsa, mas com êxito. Contudo, tem os dias contados. As pessoas começarão a pensar que, se as acusações são verdadeiras, onde estão as provas?" - questionou. "Por que é que nem eu, nem os meus advogados receberam ainda quaisquer provas?".
Questionado acerca de ser o alvo de uma possível conspiração norte-americana, Assange reagiu dizendo que está a sofrer "investigação muito agressiva" e que, neste processo, "muitas pessoas perderam credibilidade.
Outras fazem carreira a perseguir famosos". Além disso, admitiu que "o maior risco é a extradição para os EUA. E parece cada vez mais grave e mais provável". Entretanto, no dia 11 de Janeiro, o tribunal pronuncia-se sobre a extradição para a Suécia, onde terão sido cometidos os crimes.
Acerca do soldado Bradley Manning, que está detido sob a suspeita de ser a fonte do Wikileaks, Assange manifestou preocupação. "O portal foi criado de forma a não saber quem são as fontes. Reparem que é o único acusado. Está numa situação muito difícil", comentou.
Note-se que, além de reunirem 280 mil euros para pagar a fiança de Assange, são várias as personalidades da vida acadêmica, política, científica e jornalística que se disponibilizaram, perante a Justiça, a testemunhar a favor da credibilidade de Julian Assange.
Fonte: Jornal de Notícias
Polícia australiana desiste de investigar WikiLeaks
A polícia australiana anunciou, nesta sexta-feira, que desistiu de investigar o WikiLeaks por considerar que o site não infringiu a lei do país ao difundir documentos da diplomacia americana.
O governo australiano e sua primeira-ministra, Julia Gillard, haviam afirmado há alguns dias que as atividades do WikiLeaks, fundado pelo australiano Julian Assange, eram "completamente irresponsáveis e potencialmente ilegais".
Mas a Polícia Federal da Austrália anunciou que renunciou a uma investigação por falta de material criminoso.
"A polícia concluiu a análise das peças disponíveis e não estabeleceu a existência de nenhum crime sancionado pela lei australiana", afirma um comunicado oficial.
O governo australiano e sua primeira-ministra, Julia Gillard, haviam afirmado há alguns dias que as atividades do WikiLeaks, fundado pelo australiano Julian Assange, eram "completamente irresponsáveis e potencialmente ilegais".
Mas a Polícia Federal da Austrália anunciou que renunciou a uma investigação por falta de material criminoso.
"A polícia concluiu a análise das peças disponíveis e não estabeleceu a existência de nenhum crime sancionado pela lei australiana", afirma um comunicado oficial.
Extradição
Assange, procurado na Suécia por supostos crimes sexuais, se declarou "preocupado" nesta quinta-feira com uma eventual extradição aos Estados Unidos, país onde cresce a indignação pelas revelações feitas no site especializado em divulgação de despachos diplomáticos.
"Há muito mais preocupação de que eu seja extraditado aos Estados Unidos", disse Assange a jornalistas, após recuperar a liberdade sob fiança por decisão de um juiz que rejeitou um recurso apresentado pelos advogados que representam os interesses da Suécia no processo de extradição para este país.
Os advogados de Assange têm denunciado, desde o princípio do caso, as motivações políticas que, segundo eles, estão por trás da solicitação de extradição da Suécia, que temem que seja apenas uma etapa para a posterior entrega de seu cliente aos Estados Unidos.
Assange, procurado na Suécia por supostos crimes sexuais, se declarou "preocupado" nesta quinta-feira com uma eventual extradição aos Estados Unidos, país onde cresce a indignação pelas revelações feitas no site especializado em divulgação de despachos diplomáticos.
"Há muito mais preocupação de que eu seja extraditado aos Estados Unidos", disse Assange a jornalistas, após recuperar a liberdade sob fiança por decisão de um juiz que rejeitou um recurso apresentado pelos advogados que representam os interesses da Suécia no processo de extradição para este país.
Os advogados de Assange têm denunciado, desde o princípio do caso, as motivações políticas que, segundo eles, estão por trás da solicitação de extradição da Suécia, que temem que seja apenas uma etapa para a posterior entrega de seu cliente aos Estados Unidos.
Fonte: eBand
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Julian Assange é solto em Londres e diz que continuará trabalho
"Espero continuar meu trabalho e continar a proclamar minha inocência neste caso", disse em uma breve declaração na escadaria do tribunal.
"É fantástico respirar o ar fresco de Londres outra vez", celebrou o australiano.
Ele terá de entregar seu passaporte, usar uma pulseira de identificação e se apresentar diariamente à polícia.
Fonte: G1
Julian Assange deve falar nesta quinta com a imprensa
Depois do Tribunal de Westminster, em Londres, manter na manhã desta quinta-feira a liberdade condicional concedida ao fundador do site WikiLeaks, o advogado de defesa Mark Stephens declarou que a saída de Julian Assange da cadeia está prevista para às 15h15 (13h15 em Brasília). Ele também afirmou que tem certeza que Assange vai querer se pronunciar à imprensa antes de seguir para o interior do Reino Unido.
Na última terça-feira ele ganhou da justiça o direito de responder aos processos em liberdade mediante o pagamento de fiança de 200 mil libras. Porém, a Promotoria da Suécia recorreu da decisão para manter Assange detido até a próxima audiência do caso - marcada para 11 de janeiro.
FONTE: SRZD
Na última terça-feira ele ganhou da justiça o direito de responder aos processos em liberdade mediante o pagamento de fiança de 200 mil libras. Porém, a Promotoria da Suécia recorreu da decisão para manter Assange detido até a próxima audiência do caso - marcada para 11 de janeiro.
FONTE: SRZD
Corte britânica rejeita recurso e confirma liberdade condicional a Assange
O juiz Duncan Ouseley, da Alta Corte britânica, rejeitou o recurso apresentado pela Promotoria da Coroa do Reino Unido e confirmou a concessão de liberdade condicional a Julian Assange, criador do WikiLeaks.
O anúncio do magistrado de segunda instância confirma a decisão do juiz Howard Riddle na última terça-feira (14), que concedia liberdade condicional ao australiano mediante o pagamento de uma fiança de 200 mil libras (cerca de R$ 535 mil).
Mais cedo, ao chegar ao tribunal, Mark Stephens, o advogado de Assange, afirmou que "parece que o dinheiro já está no sistema bancário".
A Justiça aguarda agora a confirmação do recebimento da fiança, mais duas garantias de 20 mil libras, para poder libertar Julian Assange.
Além do pagamento, Assange terá que cumprir uma série de regras, entre elas a entrega de seu passaporte australiano, que ficará em poder das autoridades britânicas.
O criador do site que há duas semanas divulga mais de 250 mil telegramas diplomáticos dos EUA ficou detido por nove dias na prisão londrina de Wandsworth.
Seus advogados reclamaram das condições às quais o ativista estava submetido, em uma cela isolada e sem poder receber correspondências.
A decisão desta quinta-feira concede liberdade provisória a Assange enquanto aguarda um veredicto da Justiça britânica sobre sua potencial extradição à Suécia, país em que enfrenta acusações de assédio sexual e estupro.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Assange continua preso, advogado denuncia acesso restrito ao cliente
O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, continuará na prisão, depois do anúncio dos advogados, que representam a Suécia no processo de extradição perante a justiça britânica, de que vão apelar da decisão de libertá-lo sob fiança. Enquanto isso, advogados de defesa alegam que não têm acesso ao cliente.
A advogada do Estado sueco, que acusa Assange por um suposto caso de crimes sexuais, Gemma Lindfield, anunciou no final da tarde ao juiz de primeira instância de Westminster sua intenção de entrar com um recurso, que deve ser examinado pela justiça em um prazo de 48 horas.
Seus partidários denunciam, entretanto, uma tentativa de silenciar o criador do WikiLeaks, cujo site começou a publicar no dia 28 de novembro milhares de documentos confidenciais da diplomacia americana.
Sem acesso
Um dos advogados de Assange queixou-se de enfrentar dificuldades para falar com seu cliente. "Não tenho acesso a ele", reclamou Mark Stephens à rede Sky News.
Stephens indicou que esperava "receber informações dos suecos" esta quarta-feira, mas afirmou que a falta de acesso a Assange os impedia de "receber instruções" de seu cliente.
A advogada do Estado sueco, que acusa Assange por um suposto caso de crimes sexuais, Gemma Lindfield, anunciou no final da tarde ao juiz de primeira instância de Westminster sua intenção de entrar com um recurso, que deve ser examinado pela justiça em um prazo de 48 horas.
Seus partidários denunciam, entretanto, uma tentativa de silenciar o criador do WikiLeaks, cujo site começou a publicar no dia 28 de novembro milhares de documentos confidenciais da diplomacia americana.
Sem acesso
Um dos advogados de Assange queixou-se de enfrentar dificuldades para falar com seu cliente. "Não tenho acesso a ele", reclamou Mark Stephens à rede Sky News.
Stephens indicou que esperava "receber informações dos suecos" esta quarta-feira, mas afirmou que a falta de acesso a Assange os impedia de "receber instruções" de seu cliente.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Suécia apela e Julian Assange deve ficar mais dois dias na prisão
O Ministério Público da Suécia anunciou que está apelando da decisão da Justiça britânica de conceder liberdade condicional sob fiança ao fundador do site WikiLeaks.
O advogado de Assange informou que seu cliente só seria libertado ainda nesta terça-feira se o Ministério Público da Suécia desistisse de apelar. A Justiça britânica também exigiu que a fiança de 200 mil libras fosse paga em dinheiro.
O advogado Mark Stephens disse que, diante da apelação sueca, Assange só sairá da cadeia nesta quarta-feira (15) ou até na quinta-feira (16).
Fonte: R7
O advogado de Assange informou que seu cliente só seria libertado ainda nesta terça-feira se o Ministério Público da Suécia desistisse de apelar. A Justiça britânica também exigiu que a fiança de 200 mil libras fosse paga em dinheiro.
O advogado Mark Stephens disse que, diante da apelação sueca, Assange só sairá da cadeia nesta quarta-feira (15) ou até na quinta-feira (16).
Fonte: R7
Integrantes do WikiLeaks celebram fiança
Os integrantes do WikiLeaks estão comemorando bastante a notícia da fiança de Julian. Prometem que agora vai ser hora de trabalhar ainda mais para prosseguir com o lançamento dos documentos do Cablegate.
“Temos que planejar para manter o fluxo de trabalho em dezembro e janeiro”, diz uma integrante.
Não são só eles. O escritor Tariq Ali disse que está “muito feliz” que Julian tenha sido liberado. “(essas alegações) não constituem estrupro segundo a lei britânica, e não há nenhuma razão para a extradição”.
Mas o fundador do WikiLeaks vai ter que esperar ainda mais duas horas até que a acusação apresente seu recurso contra a liberdade sob fiança. Se for apresentado um recurso, ele deve continuar preso até o julgamento desse recurso. Se não, ele pode sair hoje.
A justiça vai manter o seu passaporte para que ele não possa sair do país e ele vai ter que usar um chip eletrônico para que sua localização seja monitorada. Ele também vai ficar em prisão domiciliar.
Fonte: Carta Capital -WikiLeaks
Julian Assange é libertado pelo tribunal britânico
O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, preso no Reino Unido acusado de crimes sexuais na Suécia, teve sua soltura sob fiança determinada nesta terça-feira (14) por um tribunal britânico.
Assange foi libertado sob uma fiança de 200 mil libras (R$ 527,5 mil).
Assange foi libertado sob uma fiança de 200 mil libras (R$ 527,5 mil).
O juiz Howard Riddle, do tribunal de primeira instância de Westminster, em Londres, liberou o australiano sob condições, até a próxima audiência do caso, marcada para 11 de janeiro de 2011.
O realizador Michael Moore foi uma das pessoas que se juntou hoje a uma lista de personalidades que ofereceu apoio financeiro para o pagamento da caução de Assange. Na semana passada, o jornalista britânico John Pilger e o realizador Ken Roach fizeram oferta semelhante.
Julian continuará comprometido com a divulgação de documentos secretos dos Estados Unidos, apesar da condenação de Washington e de outros países
"Minhas convicções são firmes. Continuo firme aos ideais que expressei. As circunstâncias não irão abalá-los", disse Assange, segundo sua mãe.
"Esse processo aumentou minha determinação de que as informações são verdadeiras e corretas. Faço uma chamada a todo o mundo para que protejam o meu trabalho e o meu pessoal destes ataques ilegais e imorais", disse.
"Esse processo aumentou minha determinação de que as informações são verdadeiras e corretas. Faço uma chamada a todo o mundo para que protejam o meu trabalho e o meu pessoal destes ataques ilegais e imorais", disse.
Christine Assange afirmou que disse ao seu filho que ele tem apoio mundial. "Eu disse a ele que pessoas do mundo inteiro, de todos os países estavam se manifestando com placas e gritando pela sua libertação e justiça e ele ficou muito encorajado com isso", disse ela. "Como mãe, estou pedindo ao mundo para dar apoio ao meu filho."
O fundador do WikiLeaks e seus advogados afirmam temer que promotores dos EUA podem estar tentando indiciá-lo por espionagem.
Julian Assange comparece a tribunal em Londres
Julian Assange, fundador do WikiLeaks, acusou as empresas que deixaram de prestar serviços ao seu site de estarem a serviço da política externa dos EUA, e pediu ajuda para que seu trabalho seja protegido de 'ataques ilegais e imorais'.
Assange está preso na Grã-Bretanha, de onde poderá ser extraditado para a Suécia para responder por acusações de crimes sexuais, os quais ele nega ter cometido. Numa audiência ainda nesta terça-feira, seus advogados vão pedir a libertação sob pagamento fiança.
'Sabemos agora que Visa, Mastercard, Paypal e outras são instrumentos da política externa dos EUA. Não é algo que sabíamos antes', disse Assange. 'Estou pedindo ao mundo para que proteja meu trabalho e minha equipe desses ataques ilegais e imorais.'
Segundo o advogado, Assange fica isolado na cadeia 'vinte três horas e meia por dia'. 'Ele não tem acesso a jornais, televisão ou outros dispositivos noticiosos; não recebe correspondência, está submetido às mais insignificantes formas de censura', afirmou.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Hackers pró-Wikileaks são presos na Holanda
A polícia holandesa anunciou nesta quinta-feira (9) a prisão de um jovem de 16 anos suspeito de envolvimento nos ataques aos sites das operadoras de cartão de crédito MasterCard e Visa, coordenados por defensores do site Wikileaks.
De acordo com o "Wall Street Journal", os policiais prenderam o suspeito em sua residência na cidade holandesa de Haia. Segundo os policiais, ele admitiu imediatamente que participou dos ataques.
O porta-voz da promotoria de Haia, Wim de Bruin, afirmou que foram apreendidos os computadores supostamente utilizados no ataque, além de drives utilizados para armazenar informações que possam comprovar a ligação do jovem com os eventos que, durante a quarta-feira (8), tiraram do ar as páginas das operadoras de cartão de crédito.
Durante o sabádo outro jovem, de 19 anos, foi preso na cidade de Hoogezand-Sappemeer, no norte do país, por supostamente ter utilizado um programa de computador para congestionar o site da promotoria. O ataque deixou a página fora do ar por algumas horas nesta sexta-feira. O suspeito, que utilizava o nome de Awinee nos sites utilizados para coordenar a operação.
Fonte: G1
De acordo com o "Wall Street Journal", os policiais prenderam o suspeito em sua residência na cidade holandesa de Haia. Segundo os policiais, ele admitiu imediatamente que participou dos ataques.
O porta-voz da promotoria de Haia, Wim de Bruin, afirmou que foram apreendidos os computadores supostamente utilizados no ataque, além de drives utilizados para armazenar informações que possam comprovar a ligação do jovem com os eventos que, durante a quarta-feira (8), tiraram do ar as páginas das operadoras de cartão de crédito.
Durante o sabádo outro jovem, de 19 anos, foi preso na cidade de Hoogezand-Sappemeer, no norte do país, por supostamente ter utilizado um programa de computador para congestionar o site da promotoria. O ataque deixou a página fora do ar por algumas horas nesta sexta-feira. O suspeito, que utilizava o nome de Awinee nos sites utilizados para coordenar a operação.
Fonte: G1
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