Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Faça a sua pergunta ao Assange
por Natália Viana
O fundador do WikiLeaks vai dar uma entrevista exclusiva para o público brasileiro.
A ideia é aumentar a comunicação direta com o Brasil, abrindo espaço para perguntas dos internautas.
Todo mundo pode participar. Basta enviar a sua pergunta como um comentário neste blog - cartacapitalwikileaks.wordpress.com, incluindo nome completo e email para contato.
Eu e o pessoal do WikiLeaks vamos selecionar dez perguntas que serão respondidas por Julian.
Vamos selecionar em especial perguntas originais – já que o Julian deu muitas entrevistas ultimamente – e que tenham relevância para o público brasileiro e para o atual momento do WikiLeaks.
Claro, nem todo mundo será contemplado, mas a ideia que a entrevista seja o mais democrática possível.
As perguntas podem ser enviadas até as 18 horas da próxima sexta-feira, dia 21 de janeiro.
Já a entrevista vai ser publicada na próxima semana – somente na internet.
Contamos com a sua participação!
Fonte: Planeta Osasco
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
EUA acharam 'débil' reação do Brasil a Bolívia
Para os Estados Unidos, a reação do governo brasileiro à medida da Bolívia que nacionalizou os hidrocarbonetos em 2006 foi "débil". É o que consta nos telegramas da diplomacia americana em Brasília, vazados pelo WikiLeaks e divulgados nesta quinta-feira pelo jornal Folha de São Paulo . Os documentos sugerem que o presidente venezuelano, Hugo Chávez, teve influência nas ações de Evo Morales que culminaram na nacionalização de refinarias da Petrobras na Bolívia.
"No âmbito político, Lula e sua equipe de política externa não poderiam estar pior do que estão agora", afirma o comentário enviado pela embaixada em 3 de maio de 2006, dois dias depois da nacionalização boliviana. Com ironia, a diplomacia americana considerou a crise um revés para "a teologia do governo Lula sobre uma nova era de 'integração regional' liderada pelo Brasil". Os documentos sugerem, ainda, que Lula era cada vez mais visto pela "imaginação popular" como um presidente "atropelado, manipulado e enganado pelos 'hermanos' Chávez e Morales". O telegrama inclui a explicação brasileira para a atuação do governo diante da "crise". Nos documentos, Marcelo Biato, então da assessoria internacional do Planalto e hoje embaixador em La Paz, justifica: "Nós não podemos escolher nossos vizinhos. Não gostamos do modus operandi de Chávez ou das surpresas de Morales, mas temos de lidar com esses caras de alguma maneira e manter a ideia de integração regional viva".
Fonte: Terra
"No âmbito político, Lula e sua equipe de política externa não poderiam estar pior do que estão agora", afirma o comentário enviado pela embaixada em 3 de maio de 2006, dois dias depois da nacionalização boliviana. Com ironia, a diplomacia americana considerou a crise um revés para "a teologia do governo Lula sobre uma nova era de 'integração regional' liderada pelo Brasil". Os documentos sugerem, ainda, que Lula era cada vez mais visto pela "imaginação popular" como um presidente "atropelado, manipulado e enganado pelos 'hermanos' Chávez e Morales". O telegrama inclui a explicação brasileira para a atuação do governo diante da "crise". Nos documentos, Marcelo Biato, então da assessoria internacional do Planalto e hoje embaixador em La Paz, justifica: "Nós não podemos escolher nossos vizinhos. Não gostamos do modus operandi de Chávez ou das surpresas de Morales, mas temos de lidar com esses caras de alguma maneira e manter a ideia de integração regional viva".
Fonte: Terra
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Para EUA, Brasil é peça central na rota do tráfico
Telegramas enviados por diversas embaixadas americanas e divulgados pelo site WikiLeaks apontam que os Estados Unidos consideram o Brasil peça central na rota do tráfico internacional de drogas. Uma das principais preocupações dos diplomatas americanos refere-se ao governo do boliviano Evo Morales.
Segundo a embaixada dos EUA em La Paz, em apenas dois meses de 2009, 175 aviões suspeitos de carregar cocaína saíram da Bolívia com destino ao Brasil. Em uma das mensagens, o governo americano diz que o Itamaraty vê com grande preocupação a relação entre o governo de Morales e os produtores de coca. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Os telegramas indicam que o Brasil tornou-se caminho para permitir que drogas sejam enviadas à Europa, aos Estados Unidos e à Ásia. "A falta de controle sobre seu espaço aéreo resulta em praticamente uma liberdade total para o narcotráfico", diz um dos textos. As mensagens também demonstram a participação brasileira na rota do tráfico à África. Segundo a embaixada americana em Maputo, capital do Moçambique, a rota principal para a cocaína por via aérea que chega ao país vem do Brasil.
Fonte: Terra
Segundo a embaixada dos EUA em La Paz, em apenas dois meses de 2009, 175 aviões suspeitos de carregar cocaína saíram da Bolívia com destino ao Brasil. Em uma das mensagens, o governo americano diz que o Itamaraty vê com grande preocupação a relação entre o governo de Morales e os produtores de coca. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Os telegramas indicam que o Brasil tornou-se caminho para permitir que drogas sejam enviadas à Europa, aos Estados Unidos e à Ásia. "A falta de controle sobre seu espaço aéreo resulta em praticamente uma liberdade total para o narcotráfico", diz um dos textos. As mensagens também demonstram a participação brasileira na rota do tráfico à África. Segundo a embaixada americana em Maputo, capital do Moçambique, a rota principal para a cocaína por via aérea que chega ao país vem do Brasil.
Fonte: Terra
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Ex-guerrilheiro recebeu visto americano por engano
Telegrama obtido pelo site WikiLeaks aponta que a concessão de visto de entrada nos Estados Unidos ao ex-guerrilheiro Paulo de Tarso Venceslau - interpretada como sinal de abertura na política externa do governo de Barack Obama - foi, de fato, um engano da diplomacia americana. Venceslau integrou o grupo que sequestrou o embaixador americano Charles Burke Elbrick, em 1969, para forçar a ditadura a libertar presos políticos. Os outros participantes da ação - incluindo o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, e o deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ) - não podem visitar os Estados Unidos. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Segundo o documento interceptado pelo WikiLeaks, o consulado americano em São Paulo concedeu o visto sem perceber de quem se tratava. Depois que o caso veio à tona, a embaixada em Brasília recomendou que os Estados Unidos mantivessem a decisão, para evitar uma possível crise com o Itamaraty.
O texto foi enviado em 14 de outubro de 2009 pela conselheira Lisa Kubiske, que afirmou que o visto poderia lançar dúvidas sobre a política dos EUA contra o terrorismo. Entretanto, segundo Kubiske, um recuo "levaria a reação forte e negativa da imprensa brasileira", que impediria uma maior aproximação da relação entre os dois países.
Fonte: Terra
Segundo o documento interceptado pelo WikiLeaks, o consulado americano em São Paulo concedeu o visto sem perceber de quem se tratava. Depois que o caso veio à tona, a embaixada em Brasília recomendou que os Estados Unidos mantivessem a decisão, para evitar uma possível crise com o Itamaraty.
O texto foi enviado em 14 de outubro de 2009 pela conselheira Lisa Kubiske, que afirmou que o visto poderia lançar dúvidas sobre a política dos EUA contra o terrorismo. Entretanto, segundo Kubiske, um recuo "levaria a reação forte e negativa da imprensa brasileira", que impediria uma maior aproximação da relação entre os dois países.
Fonte: Terra
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
'O Globo' distorce Wikileaks para atacar Reforma Agrária
Por Clifford Andrew Welch
Prof. Dr. Ajunto do Curso de História
da Universidade Federal de São Paulo
Demorou. Em abril de 2007, pedi pessoalmente uma cópia do relatório do investigador dos Estados Unidos da América que me entrevistou sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Pedi de novo por email em setembro, mas nem resposta recebi, muito menos o documento.
Prof. Dr. Ajunto do Curso de História
da Universidade Federal de São Paulo
Demorou. Em abril de 2007, pedi pessoalmente uma cópia do relatório do investigador dos Estados Unidos da América que me entrevistou sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Pedi de novo por email em setembro, mas nem resposta recebi, muito menos o documento.
Foi o grupo Wikileaks que recentemente revelou os resultados dos andamentos do agente estadunidense no Pontal do Paranapanema, São Paulo, e meu nome estava no meio das reportagens que saíram nos jornais nos dias 19 e 20 do mês atual.
Como coordenador ajunto do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária (Nera) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em abril de 2009, confesso que estava pouco animado com a visita do Vice Consul Benjamin A. LeRoy do Consulado Geral dos EUA, em São Paulo, quando nos pediu uma hora para “conhecer o trabalho do Nera e aprender um pouco mais sobre reforma agrária e movimentos sociais de sem-terra,” como nos escreveu a assistente de assuntos políticos do consulado, Arlete Salvador.
Como historiador especializado em estudos da política externa dos EUA na América Latina, já conhecia figuras como LeRoy e seus relatórios. Eram fontes importantes para entender a natureza da interferência do império em sua esfera de influência. Agora o disco virou e era eu a fonte. Fiquei assustado com os erros do relatório de Benjamin, a distorção dos fatos interpretados pelo cônsul-geral Thomas White e, mais uma vez, preocupado com o método empírico do historiador, que depende demais em documentos oficiais e notas jornalísticas.
Faz sentido confiar em um investigador que nem sabe onde estava ou com quem estava falando? O despacho que relata a investigação de Benjamin usa a sigla Uneste no lugar da sigla Unesp e dá como a minha afiliação institucional a Universidade de Michigan, ambas afirmações equivocadas.
Pior, ainda, é a fala atribuída a mim por Benjamin e relatado pelo White que ficou como manchete no Globo: “MST teria espiões no Incra para orientar invasões”. Nunca falei e jamais falaria algo assim. No primeiro lugar, a palavra “espião” é invenção do Globo, porque não aparece nos relatos diplomáticos disponibilizados pelos jornais.
domingo, 26 de dezembro de 2010
Para o Congresso Nacional!
Abaixo-assinado: asilo político para Julian Assange no Brasil
Recentemente em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, Julian Assange declarou não apenas que tem estudado ampliar as operações do WikiLeaks no Brasil como ficaria agradecido caso nosso país lhe oferecesse asilo político. Afirma que a declaração do Presidente Lula foi corajosa, que espera a mesma postura da presidente eleita, Dilma Rousseff e que, o Brasil é grande o suficiente para ser independente da pressão dos EUA.
Recentemente em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, Julian Assange declarou não apenas que tem estudado ampliar as operações do WikiLeaks no Brasil como ficaria agradecido caso nosso país lhe oferecesse asilo político. Afirma que a declaração do Presidente Lula foi corajosa, que espera a mesma postura da presidente eleita, Dilma Rousseff e que, o Brasil é grande o suficiente para ser independente da pressão dos EUA.
Atualmente Julian Assange se encontra na Inglaterra, respondendo em liberdade a uma acusação inventada por razões puramente políticas. Para não entrar em muitos detalhes, se trata da acusação de prática de sexo consensual sem o uso de preservativos, criminosamente referida como “estupro”.
O trabalho de Assange e de sua organização, trata-se, tão somente, de prover condições para que as pessoas possam fazer suas denúncias sem serem identificadas, e de garantir a veiculação necessária para essas denúncias. Entretanto, como essas denúncias envolvem grandes interesses, como os interesses de grandes empresas, de empresários que realizam contratos com o governo dos Estados Unidos, e de bancos, primeiramente tentaram encerrar as suas operações e, ao não obter sucesso, trataram de deter seu editor-chefe.
Por esse motivo, como a mesma reportagem do Estado de São Paulo expõe claramente, tem sido feitas inúmeras declarações nos Estados Unidos que defendem não apenas que Assange deve ser preso, mas também que ele deve ser caçado como um terrorista (“Como Osama Bin Laden” na declaração de Sarah Palin – governadora do Alasca e ex-candidata a vice presidente do Partido Rebulicano, ou “como um terrorista High Tech” nas palavras de Joe Biden – Vice presidente dos EUA) e morto.
Por esse motivo, nós solicitamos a sua assinatura, com a intenção de motivar as autoridades do nosso país a conceder asilo político a Julian Assange. Esperamos que essa carta chegue às mãos dos deputados, senadores, ministros e presidente(a) para que assim nós possamos defender o indivíduo que se tornou um ícone pela luta deste princípio tão caro às democracias de todo o mundo: A liberdade de expressão.
Para assinar, basta clicar aqui
Tags:
Abaixo Assinado,
Brasil,
Curiosidades,
Protestos
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Os telegramas do Wikileaks, a mídia e o MST
Os jornais brasileiros divulgaram na semana passada referências ao MST feitas em telegramas sigilosos enviados nos últimos anos por diplomatas estadunidenses no Brasil aos seus superiores em Washington e revelados pela rede Wikileaks.
Algumas reflexões podem ser feitas a partir da leitura desse material.
Magnoli ataca Assange e os blogueiros
Eu gostaria de saber o que se passa pela cabeça do Magnoli quando fala em caráter. Deixemos, porém, a moral para os moralistas e para Deus. Respiremos fundo e analisemos esse pedaço de carne putrefata enrolado em papel jornal.
Tenho consciência do perigo que é analisar trechos de um texto. Mas é a maneira mais fácil e rápida, tanto para quem escreve quanto para quem lê. Contanto que não sejamos levianos e mantermos em mente o texto inteiro, e não somente o trecho pinçado, dá para levar adiante, sem descontextualizações injustas, uma análise equilibrada.
Tenho consciência do perigo que é analisar trechos de um texto. Mas é a maneira mais fácil e rápida, tanto para quem escreve quanto para quem lê. Contanto que não sejamos levianos e mantermos em mente o texto inteiro, e não somente o trecho pinçado, dá para levar adiante, sem descontextualizações injustas, uma análise equilibrada.Portanto, ao texto!
Tags:
Brasil,
Carta,
Julian Assange,
Mundo,
Notícias
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
EUA queriam encontro como Brasil para discutir Irã
A aproximação entre os governos do Brasil e Irã preocupou consideravelmente os diplomatas norte-americanos em Brasília, que pediram encontros com o alto escalão brasileiro para discutir o assunto. A revelação foi feita pelo site WikiLeaks, segundo matéria publicada nesta quinta-feira no jornal “Folha de S. Paulo”.
O assunto foi esmiuçado em telegramas enviados pelos diplomatas americanos no Brasil à Secretaria de Estado em Washington. Em telegrama enviado no dia 6 de novembro de 2009, a ministra conselheira da embaixada americana, Lisa Kubiske, relatava encontros com membros do Itamaraty para tratar da viagem do iraniano Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil no fim daquele mês.
"O Brasil ainda não entende completamente a dinâmica que cerca o Irã e o Oriente Médio, e seu frenético esforço de se engajar com todos os atores da região aumenta o potencial de erros e de mal-entendidos", disse Kubiske
No mesmo documento, a diplomata fala abertamente sobre a necessidade de intervenção dos EUA no assunto "A missão renova seu pedido para que um especialista em Oriente Médio de Washington venha a Brasília se encontrar com altos funcionários da Presidência e do Itamaraty para apresentar a nossa visão."
O assunto foi esmiuçado em telegramas enviados pelos diplomatas americanos no Brasil à Secretaria de Estado em Washington. Em telegrama enviado no dia 6 de novembro de 2009, a ministra conselheira da embaixada americana, Lisa Kubiske, relatava encontros com membros do Itamaraty para tratar da viagem do iraniano Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil no fim daquele mês.
"O Brasil ainda não entende completamente a dinâmica que cerca o Irã e o Oriente Médio, e seu frenético esforço de se engajar com todos os atores da região aumenta o potencial de erros e de mal-entendidos", disse Kubiske
No mesmo documento, a diplomata fala abertamente sobre a necessidade de intervenção dos EUA no assunto "A missão renova seu pedido para que um especialista em Oriente Médio de Washington venha a Brasília se encontrar com altos funcionários da Presidência e do Itamaraty para apresentar a nossa visão."
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Lula pediu que Cháves baixasse o tom contra EUA

Novos telegramas vazados pelo WikiLeaks mostram que o presidente Lula pediu ao colega venezuelano, Hugo Chávez, que baixasse o tom contra os Estados Unidos.
Essa afirmação está no conteúdo diplomático divulgado nesta quarta-feira pelo jornal espanhol "El Pais".
O pedido teria sido passado ao embaixador dos Estados Unidos no Brasil, John Danilovich, pelo ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu. Ele mesmo foi o mensageiro do recado de Lula a Chávez.
A recomendação brasileira não surtiu efeito no presidente venezuelano, que continuou com os ataques verbais contra os Estados Unidos.
Fonte: Band News FM
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Após acidente com avião da Gol, EUA tentaram tirar pilotos do Brasil
O governo dos Estados Unidos agiu junto ao Itamaraty e à Polícia Federal para tirar do Brasil os pilotos norte-americanos envolvidos no acidente entre um jato Legacy e o Boeing 737 da Gol, ocorrido no dia 29 de setembro de 2006 e que matou 154 pessoas. A revelação consta de telegramas enviados a Washington por diplomatas e obtidos pelo site WikiLeaks.
A primeira intervenção teria ocorrido logo em outubro, quando foram enviados ao Brasil três funcionários do Conselho de Segurança de Transportes (NTSB) e um da Administração Federal de Aviação (FAA) para acompanhar as investigações.
Enquanto isso, a embaixada dos EUA trabalhava para tirar do país os pilotos Joe Lepore e Jan Paladino. Na época, eles não conseguiriam deixar o território brasileiro, pois estavam com seus passaportes retidos.
A primeira intervenção teria ocorrido logo em outubro, quando foram enviados ao Brasil três funcionários do Conselho de Segurança de Transportes (NTSB) e um da Administração Federal de Aviação (FAA) para acompanhar as investigações.
Enquanto isso, a embaixada dos EUA trabalhava para tirar do país os pilotos Joe Lepore e Jan Paladino. Na época, eles não conseguiriam deixar o território brasileiro, pois estavam com seus passaportes retidos.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Dirceu duvidou de recuperação de Lula após mensalão, revela WikiLeaks
O ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, acreditou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não conseguiria se recuperar da crise causada pelo escândalo do mensalão, e que não conseguiria se reeleger em 2006. As informações constam de telegramas enviados por diplomatas norte-americanos a Washington e obtidos pelo site WikiLeaks. A publicação do teor dos documentos foi feita na edição desta segunda-feira do jornal “Folha de S. Paulo”.
Dirceu teria feito as declarações em 2005, no auge do escândalo do mensalão e logo após deixar a Casa Civil. Ele teria dito a um amigo americano que Lula dificilmente seria reeleito nas eleições de 2006 e afirmou que ele poderia até mesmo desistir de concorrer a um novo mandato se ficasse "deprimido".
De acordo com um despacho diplomático americano obtido pela organização WikiLeaks, Dirceu considerava mais provável uma vitória da oposição em 2006 e previu que o candidato do PSDB à Presidência seria o então prefeito de São Paulo, José Serra.
Como se sabe, as previsões não se concretizaram. O candidato da oposição acabou sendo Geraldo Alckmin, animado pelos bons índices de aprovação à frente do governo do Estado de São Paulo. Lula acabou concorrendo e venceu as eleições com relativa facilidade.
Dirceu teria feito as declarações em 2005, no auge do escândalo do mensalão e logo após deixar a Casa Civil. Ele teria dito a um amigo americano que Lula dificilmente seria reeleito nas eleições de 2006 e afirmou que ele poderia até mesmo desistir de concorrer a um novo mandato se ficasse "deprimido".
De acordo com um despacho diplomático americano obtido pela organização WikiLeaks, Dirceu considerava mais provável uma vitória da oposição em 2006 e previu que o candidato do PSDB à Presidência seria o então prefeito de São Paulo, José Serra.
Como se sabe, as previsões não se concretizaram. O candidato da oposição acabou sendo Geraldo Alckmin, animado pelos bons índices de aprovação à frente do governo do Estado de São Paulo. Lula acabou concorrendo e venceu as eleições com relativa facilidade.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Jobim e os militares tentam enquadrar o MST como grupo terrorista
Leandro Fortes
Ironia do destino, caberá à presidente eleita, Dilma Rousseff, pôr fim a uma guerra interna do governo federal: qual é a posição que o Brasil deve ter sobre o terrorismo? Ex-militante da esquerda armada durante a ditadura, a sucessora de Lula foi chamada de terrorista na campanha eleitoral. Mas, como decidiu manter Nelson Jobim no Ministério da Defesa, vai continuar a conviver com o intenso lobby dos militares, apoiados pela turma conservadora da agricultura, a favor de uma lei que defina como terroristas os líderes de movimentos sociais, inclusive estudantes e atingidos por barragens. E, sobretudo, os integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, o MST. No governo Lula, a ideia nunca prosperou, o que não desanimou os defensores do projeto.
Um grupo de trabalho montado no governo passou os últimos dois anos debruçado sobre um tema geral – a elaboração de uma nova Lei de Segurança Nacional – para cuidar de outro, específico e mais urgente, a tipificação do crime de terrorismo no Brasil. Entre os integrantes do grupo, criado em 14 de julho de 2008, estavam representantes do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), Casa Civil, Advocacia-Geral da União (AGU), dos ministérios da Justiça, Defesa, Relações Exteriores, Planejamento, Ciência e Tecnologia, além dos comandos do Exército, Marinha e Aeronáutica.
Há cinco meses, e após dez reuniões de trabalho, foi produzido um relatório ambíguo e conflituoso. As discussões, conduzidas pela Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, desembocaram num texto dividido em quatro eixos: a defesa das instituições democráticas; as ameaças externas; as ameaças às áreas estratégicas econômicas e de infraestrutura; e o combate ao terrorismo.
MST teria espiões no Incra para orientar invasões

O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra) usa informantes dentro do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) para ocupar as terras que serão desapropriadas pelo governo. A afirmação consta de telegramas enviados por diplomatas dos Estados Unidos ao Departamento de Estado americano e revelados ao GLOBO pelo grupo WikiLeaks. Os diplomatas acusam ainda os sem-terra de alugarem lotes dos assentamentos para o agronegócio no Pontal do Paranapanema (SP) e avaliam que o governo Lula esvaziou o movimento, que teve de se "reinventar".
"A prática do MST de distribuir lotes de terra fértil a seus fiéis e de alugar a terra de novo ao agronegócio é irônica, para dizer o mínimo. O presidente Lula tem sido flagrantemente silencioso com suas promessas de campanha de apoiar o MST por uma boa razão: uma organização que ganha terra em nome dos sem-terra e que depois a aluga para as mesmas pessoas de quem tirou tem um sério problema de credibilidade", escreve o cônsul-geral em São Paulo, Thomas White, em 29 de maio do ano passado. O comentário foi feito após o diplomata ouvir um relatório de seu assessor econômico, que conversara com empresários de Presidente Prudente, onde "poucas pessoas" apoiam o movimento social.
O assessor econômico ouviu também o historiador americano Clifford Welch, que integra o Nera (Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos em Reforma Agrária). Considerado por White como "pró-MST", o pesquisador revela que o movimento usa seus contatos dentro do Incra para determinar qual será a próxima fazenda desapropriada. "Welch disse ao assessor econômico que o Incra não torna essa informação publicamente disponível e que o MST só poderia acessá-la por meio de informantes dentro do Incra", informa o cônsul-geral. Segundo White, o Incra, usualmente, não desapropria com rapidez e, assim, "o MST invade a terra como prometido".
Fonte: O Globo
Fonte: O Globo
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
EUA pediram a militares brasileiros que participassem de ações da Otan
A diplomacia norte-americana trabalhou para obter do Brasil um apoio às ações militares da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) em várias partes do mundo. A revelação conta de documentos produzidos pelo governo dos Estados Unidos e obtidos pelo site WikiLeaks.
Um dos telegramas secretos, enviado ao Departamento de Estado em 15 de fevereiro de 2007, narra um jantar oferecido pelo embaixador Clifford Sobel ao ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Armando Félix, e ao subchefe-executivo, o General-de-Divisão Rubem Peixoto Alexandre.
Neste encontro, o norte-americano solicita um encontro entre Dilma Rousseff, então ministra-chefe da Casa Civil, e o advogado-geral americano. Na pauta, a perspectiva de o Brasil colaborar com a Otan, aliança militar que inclui países da Europa e os Estados Unidos.
Neste encontro, Félix se mostrava favorável a uma participação do Brasil na Otan e chegou a proferir uma comentário enfático a respeito.
"Felix disse que os brasileiros devem encarar o fato de que ’um preço deve ser pago’ para obter um papel de liderança global. O Brasil deve estar disposto a modernizar e empregar suas forças em operações internacionais e confrontar a perspectiva de ’sacos de corpos retornando’”, comentou Sobel no telegrama.
O general diz ainda, segundo o documento, que uma cooperação próxima com a Otan seria vista positivamente pelos militares brasileiros, que compartilham a sua visão.
Fonte: eBand
Um dos telegramas secretos, enviado ao Departamento de Estado em 15 de fevereiro de 2007, narra um jantar oferecido pelo embaixador Clifford Sobel ao ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Armando Félix, e ao subchefe-executivo, o General-de-Divisão Rubem Peixoto Alexandre.
Neste encontro, o norte-americano solicita um encontro entre Dilma Rousseff, então ministra-chefe da Casa Civil, e o advogado-geral americano. Na pauta, a perspectiva de o Brasil colaborar com a Otan, aliança militar que inclui países da Europa e os Estados Unidos.
Neste encontro, Félix se mostrava favorável a uma participação do Brasil na Otan e chegou a proferir uma comentário enfático a respeito.
"Felix disse que os brasileiros devem encarar o fato de que ’um preço deve ser pago’ para obter um papel de liderança global. O Brasil deve estar disposto a modernizar e empregar suas forças em operações internacionais e confrontar a perspectiva de ’sacos de corpos retornando’”, comentou Sobel no telegrama.
O general diz ainda, segundo o documento, que uma cooperação próxima com a Otan seria vista positivamente pelos militares brasileiros, que compartilham a sua visão.
Fonte: eBand
'Brasil: Nunca Mais', o Wikileaks dos anos de chumbo
Julian Assange e seu WikiLeaks já entraram para a história com a publicação em massa de informações secretas e confidenciais (relevantes e irrelavantes) vazadas graças às facilidades tecnológicas. Com a internet, copiar dados em massa e colocá-los à disposição de milhões de pessoas é coisa que qualquer garoto hoje em dia pode fazer. Não que isso desmereça trabalho de Assange e a relevância de seu site.
Mas imagine esse mesmo trabalho feito 25, 30 anos atrás, quando a cópia xerox em papel era a tecnologia mais avançada para a reprodução de documentos.
A despeito dessa limitação, num trabalho precursor ao do WikiLeaks, mais de 1 milhão de páginas xerocadas clandestinamente do Superior Tribunal Militar (STM), em Brasília, resultaram num dos documentos mais importantes da recente história brasileira, o livro “Brasil: Nunca Mais”.
Mais em: Estadão
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Celso Amorim diz que vazamentos no Wikileaks não afetam diplomacia mundial
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse Ontem (14) que o site Wikileaks não tem influência na diplomacia mundial. Segundo Amorim, a página na internet tem um “forte sabor de fofoca” e não provoca preocupação especial do governo brasileiro com seus documentos oficiais.
“A diplomacia brasileira está muito bem orientada. É claro que é importante cuidar de seus documentos, mas não vejo nada demais no Wikileaks, nenhum motivo para se preocupar especialmente com ele”.
Amorim fez um balanço da diplomacia brasileira no governo de Luiz Inácio Lula da Silva na Comissão de Relações Exteriores do Senado. O ministro defendeu a abertura de embaixadas brasileiras em países pequenos e aparentemente sem importância no contexto mundial.
“No caso das ilhas caribenhas, por exemplo, que as pessoas acham que são pequenas e não têm importância, elas representam 40% dos votos da Organização dos Estados Americanos”.
Ele também valorizou a entrada da Venezuela no Mercosul e disse que a questão já está resolvida no Brasil. Segundo o ministro, não deve haver problemas na votação do Congresso Paraguaio. Falta a aprovação do Paraguai para a entrada dos venezuelanos no bloco.
Amorim disse que não conversou ainda com o futuro ministro de Relações Exteriores, Antônio Patriota, e que voltará a ser um “cidadão comum” a partir do próximo ano. as informações são da Agência Brasil.
Fonte: CORREIO
Félix: Brasil tem que se acostumar “com sacos de corpos” voltando da guerra
A frase acima foi proferida pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Armando Félix, para explicar que o Brasil tem que “pagar um preço” se quer ser uma liderança mundial. Segundo o relato do embaixador Clifford Sobel, a conversa se deu em janeiro de 2007, como ele detalhou em um telegrama enviado ao Departamento de Estado às 16:40 do dia 15 de fevereiro de 2007, que será publicado hoje pelo WikiLeaks.
O telegrama secreto descreve um jantar oferecido pelo embaixador a Félix e ao Subchefe-Executivo do GSI, o General-de-Divisão Rubem Peixoto Alexandre.
Na pauta, o pedido da diplomacia para que Félix intermediasse um encontro entre a ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff e o advogado-geral americano – além da perspectiva do Brasil colaborar com a Otan, aliança militar que inclui países da Europa e os Estados Unidos.
Mais em: CartaCapital Wikileaks
Pará é como o “Velho Oeste”, afirma diplomata dos Estados Unidos
John Danilovich, que foi embaixador dos EUA no Brasil entre 2004-2005, comparou o Estado brasileiro do Pará ao “Velho Oeste” norte-americano, em telegrama diplomático. A revelação foi feita pelo site WikiLeaks e publicada na edição desta quarta-feira do jornal “Folha de S. Paulo”.
“O Pará se parece com a imagem popular do Velho Oeste: isolado, pouco povoado e sem lei", teria dito o diplomata. A afirmação conta em relatos sobre a morte da missionária Dorothy Stang, americana naturalizada brasileira. Ela foi assassinada em uma estrada da cidade paraense de Anapu, em fevereiro de 2005.
Ela teria sido morta por denunciar a grilagem e o desmatamento ilegal na Amazônia. Cinco pessoas foram condenadas pelo crime.
Apesar das declarações pouco elogiosas ao Pará, Danilovich elogia o governo federal pelo empenho em encontrar e punir os responsáveis pelo crime. “foi vigoroso sob qualquer ponto de vista".
Fonte: eBand
“O Pará se parece com a imagem popular do Velho Oeste: isolado, pouco povoado e sem lei", teria dito o diplomata. A afirmação conta em relatos sobre a morte da missionária Dorothy Stang, americana naturalizada brasileira. Ela foi assassinada em uma estrada da cidade paraense de Anapu, em fevereiro de 2005.
Ela teria sido morta por denunciar a grilagem e o desmatamento ilegal na Amazônia. Cinco pessoas foram condenadas pelo crime.
Apesar das declarações pouco elogiosas ao Pará, Danilovich elogia o governo federal pelo empenho em encontrar e punir os responsáveis pelo crime. “foi vigoroso sob qualquer ponto de vista".
Fonte: eBand
Familiares de vítimas da ditadura pedem a Lula um "Wikileaks brasileiro"
"Wikileaks brasileiro" foi a expressão usada por familiares de vítimas da ditadura militar no país para a abertura dos arquivos mantidos pelas Forças Armadas sobre o período. Após a divulgação, na terça-feira (14), da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos condenando o Brasil por não investigar os crimes cometidos pelo Estado na repressão à guerrilha do Araguaia, os peticionários consideram reaberto o debate sobre o direito à informação e à verdade.
"O Lula elogiou o Wikileaks. Por que não abre o nosso wikileaks?", disparou Criméia Almeida, da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, atualmente com 63 anos, companheira de André Grabois, morto no Araguaia. Ela revela ter recebido com satisfação a sentença da Corte, ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA).
A declaração de Criméia faz alusão ao site que vazou documentos secretos do governo dos Estados Unidos. Ela ironizou a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que defendeu a iniciativa por duas vezes na última semana, alegando defesa da liberdade de expressão e de imprensa.
A crítica direta ao governo Lula deve-se ao fato de que a gestão dele não promoveu, a exemplo dos governos civis anteriores, qualquer forma de investigação efetiva ou abertura de arquivos da Ditadura.
A representante da Comissão participou, na manhã desta quarta-feira (15), de uma entrevista coletiva em São Paulo ao lado de membros dos dois demais peticionários da ação, que tramitou na Corte por 15 anos.
O Grupo Tortura Nunca Mais e o Centro Pela Justiça e o Direito Internacional (Cejil) assinaram o pedido com base em acordos internacionais firmados pelo país em 1992 e no reconhecimento da instância em 1998.
Fonte: RedeBrasilAtual
Assinar:
Postagens (Atom)








