O site espanhol El País publicou uma matéria sobre o Anonymous, grupo que apoiou o Wikileaks e um dos principais responsáveis pelos ataques DDoS e boicotes a favor de Assange. O site entrevistou virtualmente (já que negaram qualquer contato por telefone ou pessoal) alguns membros espanhóis do grupo, que deixaram bem claro que não são porta-vozes de ninguém. Segue abaixo a entrevista feita (em tradução livre). A matéria original pode ser acessada clicando aqui .
Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks Yes, We Leaks
Mostrando postagens com marcador Hackers. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hackers. Mostrar todas as postagens
domingo, 16 de janeiro de 2011
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Operação Paper Storm - 18 de dezembro
Passo 1
Imprima uma logo, manifesto ou qualquer coisa que chame a atenção
Passo 2Faça uso da escuridão, você é invisível
Passo 3Corra pelas ruas divulgando sua mensagem
Passo 4Esqueça as etapas anteriores (são apenas idéias)!
Passo 5
Improvise!
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Hackers vão continuar com a "Operation: Payback"
Eles farão a "Operation: Leakspin" em paralelo ao trabalho anterior
Foto: Reprodução/Geek
Foto: Reprodução/Geek
O perfil AnonOps do Twitter, ligado ao grupo Anonymous, publicou mensagem negando o abandono da "Operation: Payback", que derrubava sites como protesto contra o cerco virtual ao WikiLeaks. Na mensagem, o AnonOps diz que a nova "Operação: Leakspin", que visa inundar canais de comunicação online com os vazamentos do WikiLeaks será feita em paralelo aos ataques de DDoS do "Payback" sem os subtituir.
Mas vídeos e imagens divulgados na rede contradizem esta versão, propondo substituição das ações. Isto ocorre pela natureza horizontal, anônima e caótica do "Anonymous", que não tem lideranças ou hierarquia rígidas, e portanto, se dividem facilmente em facções que nem sempre se comunicam ou concordam. "Anonymous" é uma denominação geral para usuários que publicam em fóruns online sem se identificar, nem mesmo com apelidos. A origem do nome re monta ao fórum 4chan, onde posts cujos autores não se identificam são marcados com a expressão "Anonymous".
O ativismo online, também chamado de hacktivismo, tem como marco a "Operation: Payback" (Operação: Troco), que se realizou ataques de DDoS contra sites das associações de gravadoras e estúdios. A iniciativa era uma resposta a ataques semelhantes promovidos pelas entidades contra sites de torrent como o The Pirate Bay. O revide foi promovido nos fóruns online em salas de bate-papo do tipo IRC, onde os moderadores são comumente chamados de Op - daí o nome AnonOps.
Mais recentemente, o "Operation: Payback" voltou sua artilharia contra entidades que promoveram o cerco ao Assange, mas um contra-ataque tirou do ar o servidor de bate-papo onde os ativistas se reuniam. Durante esta dispersão, participantes do grupo se reorganizaram e publicou vídeos e imagens anunciando a "Operation: Leakspin", que propõe inundar canais de conteúdo com vazamentos disfarçados de outro material.
A Geek visitou as salas de bate-papo do grupo, e viu discussões dedicadas tanto à desordem proposta pelo Leakspin quanto à derrubada de sites típicas do Payback. Ainda que longe de vazias, as salas tinham menos participantes que na semana passada, provavelmente em decorrência dos ataques que mantiveram os servidores constantemente fora do ar nos últimos dias.
Fonte :Terra Tecnologia
Hackers anuciam parar ataques
Anonymous, grupo que derrubou temporariamente na semana passada os sites Visa e Mastercard por bloquearem doações ao WikiLeaks decidem parar ataques.
Em mensagem publicada no blog, o grupo Anonymous anunciou a mudança de estratégia, afirmando que agora o objetivo é publicar partes dos relatórios diplomáticos confidenciais norte-americanos da maneira mais ampla, e de modo que torne difícil identificar a origem da publicação.
“Na melhor das hipóteses, deixamos alguns sites de olho roxo. O jogo mudou. Quando o jogo muda, as estratégias precisam mudar”, afirma a mensagem sobre a “Operação Leakspin”.
Os ativistas agora estão encorajando simpatizantes a realizarem buscas entre os telegramas disponíveis no WikiLeaks e publicar sumários daqueles que receberam menos exposição, rotulando-os de maneira a torná-los difíceis de encontrar pelas autoridades que tentam reprimir sua divulgação.
Update: Hackers vão continuar com a "Operation: Payback"
Fonte: G1
Em mensagem publicada no blog, o grupo Anonymous anunciou a mudança de estratégia, afirmando que agora o objetivo é publicar partes dos relatórios diplomáticos confidenciais norte-americanos da maneira mais ampla, e de modo que torne difícil identificar a origem da publicação.
“Na melhor das hipóteses, deixamos alguns sites de olho roxo. O jogo mudou. Quando o jogo muda, as estratégias precisam mudar”, afirma a mensagem sobre a “Operação Leakspin”.
Os ativistas agora estão encorajando simpatizantes a realizarem buscas entre os telegramas disponíveis no WikiLeaks e publicar sumários daqueles que receberam menos exposição, rotulando-os de maneira a torná-los difíceis de encontrar pelas autoridades que tentam reprimir sua divulgação.
Update: Hackers vão continuar com a "Operation: Payback"
Fonte: G1
Um dos Hackers presos na Holanda é solto
O holandês de 19 anos preso neste sábado (11) acusado de participar dos ataques pró-Wikileaks aos sites Mastercard, Visa e Moneybrookers.
O jovem foi o segundo adolescente preso na Holanda acusado de ataque online nos últimos dias, depois que a polícia deteve um rapaz de 16 anos na quinta-feira (9).
O gabinete da promotoria informou que o rapaz de 19 anos admitiu envolvimento no ataque de "negação de serviço" ao site do órgão.
Na Holanda, envolvimento em ataques de negação de serviço prevê pena de até seis anos de prisão.
Fonte: Terra
O jovem foi o segundo adolescente preso na Holanda acusado de ataque online nos últimos dias, depois que a polícia deteve um rapaz de 16 anos na quinta-feira (9).
O gabinete da promotoria informou que o rapaz de 19 anos admitiu envolvimento no ataque de "negação de serviço" ao site do órgão.
Na Holanda, envolvimento em ataques de negação de serviço prevê pena de até seis anos de prisão.
Fonte: Terra
domingo, 12 de dezembro de 2010
Hackers ameaçam atacar Judiciário britânico se Assange for extraditado
O Anonymous também poderia atacar o sistema da prisão de Wandsworth em Londres, onde o australiano está preso
Um grupo de hackers ativistas autodenominado Anonymous - que recentemente promoveu ataques a sites de empresas como MasterCard, Visa e PayPal - ameaça sabotar o sistema judiciário britânico caso o fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, seja extraditado da Grã-Bretanha para a Suécia. A informação foi publicada neste domingo pelo diário da Grã-Bretanha The Sunday Times.
Os ativistas lançariam um ataque contra o sistema do Serviço Público de Processamentos (CPS, na sigla em inglês) e outros departamentos governamentais. Eles também poderiam atacar o sistema da prisão de Wandsworth, em Londres, onde o ativista australiano está preso.
A extradiação de Assange é solicitada pelas autoridades suecas, que acusam o australiano de tentativa de estupro. Ele espera uma nova audiência na Justiça britânica, a ser realizada na próxima terça-feira. Seus advogados devem voltar a pedir sua liberdade condicional, negada na primeira audiência.
O The Sunday Times afirma ainda que cerca de 35.000 pessoas - das quais 3.000 britânicos - já fizeram o download da ferramenta que permite participar dos ataques coordenados pelo Anonymous na chamada Operação Payback.
Fonte: Veja
Hackers pró-Wikileaks são presos na Holanda
A polícia holandesa anunciou nesta quinta-feira (9) a prisão de um jovem de 16 anos suspeito de envolvimento nos ataques aos sites das operadoras de cartão de crédito MasterCard e Visa, coordenados por defensores do site Wikileaks.
De acordo com o "Wall Street Journal", os policiais prenderam o suspeito em sua residência na cidade holandesa de Haia. Segundo os policiais, ele admitiu imediatamente que participou dos ataques.
O porta-voz da promotoria de Haia, Wim de Bruin, afirmou que foram apreendidos os computadores supostamente utilizados no ataque, além de drives utilizados para armazenar informações que possam comprovar a ligação do jovem com os eventos que, durante a quarta-feira (8), tiraram do ar as páginas das operadoras de cartão de crédito.
Durante o sabádo outro jovem, de 19 anos, foi preso na cidade de Hoogezand-Sappemeer, no norte do país, por supostamente ter utilizado um programa de computador para congestionar o site da promotoria. O ataque deixou a página fora do ar por algumas horas nesta sexta-feira. O suspeito, que utilizava o nome de Awinee nos sites utilizados para coordenar a operação.
Fonte: G1
De acordo com o "Wall Street Journal", os policiais prenderam o suspeito em sua residência na cidade holandesa de Haia. Segundo os policiais, ele admitiu imediatamente que participou dos ataques.
O porta-voz da promotoria de Haia, Wim de Bruin, afirmou que foram apreendidos os computadores supostamente utilizados no ataque, além de drives utilizados para armazenar informações que possam comprovar a ligação do jovem com os eventos que, durante a quarta-feira (8), tiraram do ar as páginas das operadoras de cartão de crédito.
Durante o sabádo outro jovem, de 19 anos, foi preso na cidade de Hoogezand-Sappemeer, no norte do país, por supostamente ter utilizado um programa de computador para congestionar o site da promotoria. O ataque deixou a página fora do ar por algumas horas nesta sexta-feira. O suspeito, que utilizava o nome de Awinee nos sites utilizados para coordenar a operação.
Fonte: G1
O Programa Loic pode revelar a identidade dos usuários
O LOIC não realiza nenhum tipo de falsificação de origem dos dados. Os próprios manuais de instrução dos Anonymous dizem que não é possível usar ferramentas para esconder seu endereço, método conhecido como "proxy".
Os pesquisadores da Universidade de Twente, na Holanda, alertam que, sem o uso de uma rede capaz de tornar o tráfego anônimo, usuários do LOIC podem ser facilmente identificados.
Membros do Anonymous disseram que estavam cientes dos riscos. “Se alguém for preso não será a primeira vez”, observou um deles. A “defesa” dos participantes seria o seu grande número e a improbabilidade de todos eles serem perseguidos pela polícia.
O documento de perguntas frequentes (FAQ) sobre o LOIC afirma que “as chances de você ser preso são quase zero” e que, no caso de problemas, o anônimo deve “dizer que foi infectado por um vírus ou negar ter conhecimento do software”.
Fonte: G1
Os pesquisadores da Universidade de Twente, na Holanda, alertam que, sem o uso de uma rede capaz de tornar o tráfego anônimo, usuários do LOIC podem ser facilmente identificados.
Membros do Anonymous disseram que estavam cientes dos riscos. “Se alguém for preso não será a primeira vez”, observou um deles. A “defesa” dos participantes seria o seu grande número e a improbabilidade de todos eles serem perseguidos pela polícia.
O documento de perguntas frequentes (FAQ) sobre o LOIC afirma que “as chances de você ser preso são quase zero” e que, no caso de problemas, o anônimo deve “dizer que foi infectado por um vírus ou negar ter conhecimento do software”.
Fonte: G1
Assinar:
Postagens (Atom)



