quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Assange continua preso, advogado denuncia acesso restrito ao cliente

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, continuará na prisão, depois do anúncio dos advogados, que representam a Suécia no processo de extradição perante a justiça britânica, de que vão apelar da decisão de libertá-lo sob fiança. Enquanto isso, advogados de defesa alegam que não têm acesso ao cliente.

A advogada do Estado sueco, que acusa Assange por um suposto caso de crimes sexuais, Gemma Lindfield, anunciou no final da tarde ao juiz de primeira instância de Westminster sua intenção de entrar com um recurso, que deve ser examinado pela justiça em um prazo de 48 horas.

Seus partidários denunciam, entretanto, uma tentativa de silenciar o criador do WikiLeaks, cujo site começou a publicar no dia 28 de novembro milhares de documentos confidenciais da diplomacia americana.

Sem acesso

Um dos advogados de Assange queixou-se de enfrentar dificuldades para falar com seu cliente. "Não tenho acesso a ele", reclamou Mark Stephens à rede Sky News.

Stephens indicou que esperava "receber informações dos suecos" esta quarta-feira, mas afirmou que a falta de acesso a Assange os impedia de "receber instruções" de seu cliente.

Fonte: eBand

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